Pois é,a vida de quem vive em cidade histórica pelo país tem disso. Um amontoado de sobrados,igrejas e outras construções milenares ou seculares que até servem para fazer turista gastar,para o IPHAN "manter viva a história" daquele local...mas no dia a dia,casas se deterioram e os herdeiros não conseguem fazer a devida manutenção; até porque nem vivem na cidade onde seus ancestrais viveram,na maioria dos casos.
Alugam os sobrados e visitam a terra dos ancestrais em tempos festivos: Bom Jesus dos Navegantes, Carnaval e Festas Juninas...
O resultado é uma cidade que mantém fachadas e negligencia a vida de quem transita pelas praças,ruas e becos. Também não sei se é seguro a visitação em muitos dos lugares que preservam os acervos históricos. É um caso a repensar o que é fazer turismo e preservação da cultura de uma cidade seja ela histórica ou não. Porque todo lugar tem uma história.
Aqui em Penedo o que mais se ver são sobrados e casas que estão ocas ou com paredes sustentadas por vigas. Se isso for preservar,eu não sei o que seria destruir e descaracterizar o patrimônio arquitetônico de uma cidade.
E,assim,segue uma história de dublês de ricos que herdaram imóveis antigos e se apropriam de narrativas culturais para ostentar tradição e berço.
Valdelice Nunes
> imagem < arquivo pessoal
4 comentários:
Bela reflexão. Gostei bastante.
Boa semana!
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Até mais, Emerson Garcia
Το δίλημμα που θέτετε αγγίζει την ουσία της σύγχρονης συντήρησης: τη σύγκρουση μεταξύ της μουσειοποίησης μιας πόλης και της βιωσιμότητας της καθημερινής ζωής. Η διατήρηση της ιστορίας έχει νόημα μόνο όταν υπηρετεί τον άνθρωπο και όχι όταν μετατρέπεται σε «παγίδα θανάτου» ή σε ένα κενό κέλυφος για τουρίστες
Obrigada, Emerson.
Abraço
Sim,amigo. A questão é sobre vidas. Há casas vazias que só têm as paredes,caindo dia após dia.
A maior parte das construções não são seguras para morar ou fazer turismo.
Obrigada pelas considerações.
Abraço
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