Considerando que um dia tem vinte e quatro horas e que divago nas entrelinhas da vida...
Reflito sobre aquela série na Netflix,aquela de época.Bem,penso mesmo na voz que narra cada episódio e quase tendo ódio da genialidade óbvia dela,continuo presa a cada cena.
Depois de três temporadas,a matriarca da família conheceu outras formas de sentir e de viver o amor,preferindo um relacionamento sem casamento.O que já acontecia,mesmo não sendo aceito abertamente.
Os bastidores são o oposto daquilo que é visto nas ruas,cinemas,supermercados e até nas feiras.Talvez,um dia,escreva sobre isso.
E foi nisso que me peguei pensando...em como tanta gente não se permite amar,por causa das convenções sociais.
Uma pena que tantas vezes as pessoas prefiram o que é normalizado,para não serem apontadas numa sociedade que se alimenta de julgamentos.A vida não é alinhada igual a um roteiro.
Sempre compreendi que a verdade está tão na cara que a maioria prefere não enxergar.
– Emília,já vai dá meio–dia e você não saiu dessa cama!
Bem,eu preferia que já fosse meia-noite e que minha irmã já tivesse ido deitar.Agora,preciso ir almoçar.
– Estou indo Júlia,sua chata!
Valdelice Nunes
> imagem < Pinterest
4 comentários:
I kept thinking about how people act one way in public and feel something totally different in private. I love how what’s acceptable boxes me in; it just makes everything feel smaller than it should be. the contrast between the quiet truth and the daily performance hits harder than the drama itself does. Leaves a strange aftertaste, like life isn’t really following the script it pretends to.
Infelizmente,as pessoas usam muitas máscaras para viver seus papéis sociais. É muita performance o tempo todo. Dançando conforme a música.
Até mais,Melody!
Gostei de ver! Parabéns.
Boa semana!
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Até mais, Emerson Garcia
Obrigada por estar aqui,sempre.
Abraço
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